A Benkadi atua no momento com a venda e produção dos shows dos artistas Ilú Obá De Min, Salloma Salomão e Tangá Mulek.
Cursos e Palestras de História e Cultura Africana e Afro Brasileira do Prof. Dr. Salloma Salomão.
Festas comandadas pela DJ Evelyn C.
Elaboração e Captação de recursos para projetos em editais do MINC, Secretaria da Cultura do Estado, Prefeitura e demais instituições.
Oficinas de percussão e dança africana com profissionais altamente qualificados.
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segunda-feira, 2 de março de 2009
Salloma Salomão

Salloma Salomão, músico e historiador, busca as matrizes da música contemporânea pesquisando musicalidades africanas por meio de gravuras, textos de viajantes e arquivos de museus e arquivos sonoros no Brasil, África e Europa. Seu trabalho já rendeu inúmeros textos além de uma tese de doutorado e 4 Cds. O disco e espetáculo anterior “Memórias Sonoras da Noite” foi elaborado com instrumentos convencionais e réplicas de instrumentos africanos de percussão entre os quais: Kalimbas, Marimbas e Ngomas e outros de corda tais como: Nianier, Kraar, Kora, Urucungos, violas D'Angola e outros criados especialmente para esse fim.
Por volta de 1968, seus irmãos mais velhos criaram suas primeiras canções falando de negritude. Por contra-adição recantavam temas franceses e italianos que lhe escapavam o sentido. Tudo podia ser agregado em seu ambiente musical, inclusive hinos presbiterianos, modas de viola, sonoridades dos ternos de folia de reis e cantigas de Umbanda, até mesmo Ismael Silva, Monsuelo, Cascatinha e Inhana, Vicente Celestino, Agostinho dos Santos, Léo Canhoto e Robertinho, Tonico e Tinoco e tantos mais.
Seus pais eram repositórios e promotores de uma rica musicalidade, seus bons amigos e o resto do mundo fizeram o resto do trabalho, violando suas certezas, conceitos e preconceitos musicais.
O primeiro contato com São Paulo aconteceu nos anos 70 deixando-o impressionado com a Soul Music e a quantidade de policiais nas ruas, nesta época descobre que “negro é lindo”, e deixa-se absorver por Jorge Benjor, os bailes da Chic Show, Zamba Bem e Zimbábwe, Banda Black Rio, Marvin Gaye, James Brown, Gerson Combo, Cassiano, Dafé e Al Green, Secos e Molhados, Milton, Caetano, Elis, Vandré, Clara Nunes, Macalé, Melodia, Martinho e tantos outros.
Dificuldades fazem com que retorne pra Minas nos fins de 70, onde mergulha em sonoridades da turma do Clube da Esquina.
Em 80 retorna a São Paulo e descobre o circuito dos festivais estudantis do interior e passa a transitar entre São Paulo e Minas Gerais, sendo posteriormente arrastado para Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília, Campo Grande, Porto Alegre e nos últimos 5 anos a pesquisa o levou para Lisboa, Paris, Dakar e outras cidades.
Por volta de 1968, seus irmãos mais velhos criaram suas primeiras canções falando de negritude. Por contra-adição recantavam temas franceses e italianos que lhe escapavam o sentido. Tudo podia ser agregado em seu ambiente musical, inclusive hinos presbiterianos, modas de viola, sonoridades dos ternos de folia de reis e cantigas de Umbanda, até mesmo Ismael Silva, Monsuelo, Cascatinha e Inhana, Vicente Celestino, Agostinho dos Santos, Léo Canhoto e Robertinho, Tonico e Tinoco e tantos mais.
Seus pais eram repositórios e promotores de uma rica musicalidade, seus bons amigos e o resto do mundo fizeram o resto do trabalho, violando suas certezas, conceitos e preconceitos musicais.
O primeiro contato com São Paulo aconteceu nos anos 70 deixando-o impressionado com a Soul Music e a quantidade de policiais nas ruas, nesta época descobre que “negro é lindo”, e deixa-se absorver por Jorge Benjor, os bailes da Chic Show, Zamba Bem e Zimbábwe, Banda Black Rio, Marvin Gaye, James Brown, Gerson Combo, Cassiano, Dafé e Al Green, Secos e Molhados, Milton, Caetano, Elis, Vandré, Clara Nunes, Macalé, Melodia, Martinho e tantos outros.
Dificuldades fazem com que retorne pra Minas nos fins de 70, onde mergulha em sonoridades da turma do Clube da Esquina.
Em 80 retorna a São Paulo e descobre o circuito dos festivais estudantis do interior e passa a transitar entre São Paulo e Minas Gerais, sendo posteriormente arrastado para Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília, Campo Grande, Porto Alegre e nos últimos 5 anos a pesquisa o levou para Lisboa, Paris, Dakar e outras cidades.
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